Era fim da folia, o carnaval tinha acabado mais rápido que começara e as pessoas ainda vibravam loucas sobre efeito da necessidade de voltar no tempo.
Era fim da folia, o carnaval tinha acabado mais rápido que começara e as pessoas ainda vibravam loucas sobre efeito da necessidade de voltar no tempo.
Eu já havia aceitado o fim dessa época maravilhosa, mas meus amigos não.
Ainda insistiam em sair pelas ruas bêbados e indecentes.
E eu acabei por acompanha-los em mais um episódio.
Fomos à Lapa como já era de costume, um lugar livre, onde acha-se tudo que precisa mesmo que você não precise de nada.
Diferente do que se esperava, acabamos por decidir ir numa festa que nunca havíamos ido, um lugar aparentemente singelo que nunca despertará curiosidade até então…
Ao entrar, não nos surpreendemos muito, o lugar era pequeno como parecia por fora, não havia espaço para dançar, apenas olhávamos imóveis as belas mulheres que ali estavam.
No começo aquilo tudo era interessante e estranho..Eu vivia uma condição de espectador mesmo estando dentro de campo.
Com o tempo fui me perguntando o que de fato estava fazendo naquele cubículo sem poder deixar que as pessoas me conhecessem, eu era invisível naquele momento ao lado de meros ouvidos atentos a música.
De repente o resultado da minha humilde paciência foi começando a aparecer.
Aquele lugarzinho começa a se esvaziar e comecei a enxergar as maravilhas que ali escondido estavam.
Começamos a dançar e sorrir bêbados e felizes, eu e meus amigos.
As pessoas riam de nós com um ar de admiração que já estávamos acostumados.
E no meio daquele novo momento, ela apareceu…
Era ilegível e incerto, quem será ela..
Eu tinha o hábito de ler as pessoas, imaginar um perfil, esteriótipos, facilitava-me muito, pois sempre acertava..
Mas com ela era diferente, parecia tudo e nada ao mesmo tempo.
Era algo longe e inalcançável, questionei-me sozinho.
Ela se aproximou com um sorriso tão familiar que a dediquei um respeito involuntário.
E na sua primeira chance, me fez perdido num mundo desconhecido, falava uma linguagem rapidamente estranha em que já ouvia falar em vida, mas entendia menos a cada palavra.
Era uma Argentina de Rosário Central, que Fez o Carnaval brasileiro continuar pra mim e meus amigos, em um universo bem particular..
O resto da história contarei depois, pois está é uma parte que precisa ser relatada em um livro separado e proibido.
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