Eu a vi abdicar seus anseios para suprir as minhas vontades
Eu a vi abdicar seus anseios para suprir as minhas vontades.
Ela negava os seus desejos para proporcionar-me o contentamento.
Aquela mulher, constantemente, de tudo fazia para ver meus lábios desenharem um sorriso.
Minha mãe deu-me os primeiros contatos ao amor – a versão mais afável, condescendente, admirável e grandiosa, um sentimento quase palpável.
Quando o meu afeto para com alguns colegas vizinhos e da escola evolucionou, uma vertente pura e doce do amor eclodiu.
Nomeados como amigos, aqueles indivíduos engrandeceram-me.
Trouxeram-me confiabilidade e companheirismo.
A companhia deles já era o bastante para o despertar da felicidade.
Minha adolescência mostrou-me uma nova vertente do amor.
Esta se manifestou por alguém fora do meu âmbito familiar.
Sufocamentos demasiados, suspiros intensos, batimentos cardíacos acelerados, ciúmes incoercíveis, risos soltos e incontroláveis eram alguns dos sintomas que esta recente revelação trazia.
A vontade de crescer enquanto ser humano e o talante de fazer o outro feliz me dominavam.
Meu repertório pessoal fora crescendo.
Modos de defesas foram surgindo, causados, especificamente, pela não correspondência, por outros, ao meu sentimento.
O amor havia se tornado minha concepção absoluta, o resto se pusera como elementos secundários, coisas levadas pelo vento e exterminadas pelo tempo.
O amor é minha lei primordial.
Ele estivera junto a mim desde os meus primeiros passos de vida, permeando por todo meu processo evolutivo, e assim permanecerá até quando algum vestígio meu existir.
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