Trecho da crônica "Uma infância apagada"
Trecho da crônica "Uma infância apagada"
Embaixo do avarandado está meu avô, sentado em um banco velho de madeira, vestia um jaleco de couro encardido, suas roupas eram velhas, surradas pela lida na roça e na cabeça um chapéu baeta.
Ele observava suas vacas magra, sua égua branca e reclama da seca:
-“Vigeee lástima! Deus está castigando está terra”.
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Todas as semanas
"Todas as semanas, praticamente, tenho sonhos com minha falecida avó. Sempre vejo o rosto e o comportamento de Dona Rosinha sereno, alegre e me abraçando. Não fala nada. Está num silêncio.
#pessoas#saudades#falecidas#neta#acirdacruzcamargo#avo
Ao costurar o vestido no meu corpo a avó sussurrava
Ao costurar o vestido no meu corpo
a avó sussurrava;
costuro tua roupa não costuro tua vida.
E eu me sentia livre.
Aprendi com minha avó a orar ainda muito
Aprendi com minha avó a orar ainda muito pequena
E com ela outras tantas coisas que compõe o meu lado bom
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Deixando na soleira de casa …
À Ana Luzia Diniz Borges (minha avó)
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Acróstico.
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Ungiu de alegria o coração angustiado;
Zeloso tornei-me em adornar-te..
Incapaz tornou-se a…