Li certa vez um texto de Carlos Drummond
Li certa vez um texto de Carlos Drummond de Andrade que falava sobre o encerramento de um ano para o início de 365 novas oportunidades.
Que a pessoa que inventou essa divisão do tempo em períodos de anos era um gênio, pois assim conseguimos parar e avaliar o que fizemos e deixamos de fazer, e renovar as promessas para o ano que está para chegar.
É como se fosse possível sair daquela rotina diária e contemplar os efeitos dessa época de festas… Ficamos mais felizes.
Com os sorrisos das crianças, com o brilho nos olhos daqueles que traçaram seus projetos.
Se prestar bem atenção, verá a "terra respirar".
Você pode ser o que quiser, mas para isso é preciso saber quem você é.
É necessário limpar as gavetas, seja dos armários, do coração, da alma… Carregamos coisas inúteis que ocupam espaço imprescindível para viver a vida.
Então, aproveitando essa época de festas, desejo que renovem o ser, que tenham sonhos possíveis de realizar, que a saúde infecte a todos sem clemência, que a paz reine em seus espírito, que sejam abençoados com a sabedoria Divina, e que a felicidade seja sempre uma constante em suas vidas… Boas festas!
Mensagens Relacionadas
EU, ETIQUETA
EU, ETIQUETA
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, ne…
31 de outubro, DIA DO POETA VIRTUAL… e nascimento do poeta maior Carlos Drummond de Andrade. Saudações!
31 de outubro,
DIA DO POETA VIRTUAL…
e nascimento do poeta maior Carlos Drummond de Andrade.
Saudações!
O VERBO POETA (soneto)
Sem metáforas, conjuga-se, o amor
Na…
Menino chorando na noite Na noite lenta e morna
Menino chorando na noite
Na noite lenta e morna, morta noite sem ruído, um menino chora.
O choro atrás da parede, a luz atrás da vidraça
perdem-se na sombra dos passos abafados, das …
O OUTRO
O OUTRO
Como decifrar pictogramas de há dez mil anos
se nem sei decifrar
minha escrita interior?
Interrogo signos dúbios
e suas variações calidoscópicas
a cada segu…
No Meio do Livro
No Meio do Livro
(Parodiando Carlos Drummond de Andrade)
No meio do livro tinha um poema
Tinha um poema no meio do livro
Tinha um poema
No meio do livro tinha um poema
(…Continue Lendo…)
Todas as faces de uma poesia anacrônica
Todas as faces de uma poesia anacrônica
De qual poesia estamos falando?
Da sua, da minha ou da de Drummond?
A qual classe social pertence os teus versos?
Pois se falas de um so…