Eu costumava escrever sobre razões concretas ou amores
Eu costumava escrever sobre razões concretas ou amores platônicos que ocorrem à todo momento na nossa vida.
Costumava escrever só para deixar a angústia de lado, ou trazer a saudade de volta.
Costumava escrever sobre dois corações, sem ao menos saber o que cada um dizia e sentia.
Depois do verão passado, comecei a me acostumar à escrever sobre você e, conseguir achar algum significado simples à um sentimento enorme que, de alguma forma me tomava por inteiro e, eu nem sabia o motivo de tantos desparos repentínos do meu coração.
Eu sempre soube que ele não parava no lugar, sempre queria voar; mas nunca imaginei senti-lo, como comecei a sentir depois daquelas férias longas e, ao mesmo tempo tão curtas em relação à tamanho sentimento.
Eu costumava a escrever sobre sentimentos ocultos que não conhecia, depois de você todos apareceram e resolveram permanecer.
Eu costumava ser livre dentro de mim mesma, depois de você comecei a flutuar sem sair do lugar.
Eu costumava a dizer não à tudo e à todos, depois de você comecei à usar o sim às coisas boas que existiam e, que não aproveitava.
Eu costumava ser louca sozinha e, com você aprendi a dividir essa loucura em declarações constantes de amor.
Costumava acreditar em corações solitários, sem ao menos saber o real valor da solidão.
Eu vivo me acostumando à objetos e à pessoas novas.
Vivo me acostumando à sentimentos e razões recentes.
Eu me acostumo à tudo com facilidade e, ao mesmo tempo tentando conquistar a imortalidade.
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