Soneto LXVI
Não te quero senão porque te quero e de querer-te a não querer-te chego e de esperar-te quando não te espero passa meu coração do frio ao fogo.
Te quero só porque a ti te quero, te odeio sem fim, e odiando-te te rogo, e a medida de meu amor viageiro é não ver-te e…
Mensagens Relacionadas
Amar o perdido deixa confundido este coração
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
(…Continue Lendo…)
Amor quando é amor não definha E até
Amor quando é amor não definha
E até o final das eras há de aumentar.Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá…
Como te amo?
De quantas formas eu te amo? Deixa-me contá-las. Amo-te profunda e largamente, e tão alto quanto Alcança a minha alma, quando perco de vista Os propósitos do Ser e do ideal da Graça. Amo-te tanto quan…
#amor#carlosdrummonddeandrade#poesiasAmar
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação …
#carlosdrummonddeandrade#amor#poesiasQuando você for se embora
Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no co…
Para ti
Foi para ti que desfolhei a chuva para ti soltei o perfume da terra toquei no nada e para ti foi tudo Para ti criei todas as palavras e todas me faltaram no minuto em que talhei o sabor do sempre Para…
#poesias#fernandopessoa#amor