Ela voltou pra me assombrar, Pra falar no meu ouvido o que não quero escutar. Pra lembrar dos minhas falhas E cortar como navalhas As vezes que tropecei.
Ela voltou pra me assombrar,
Pra falar no meu ouvido o que não quero escutar.
Pra lembrar dos minhas falhas
E cortar como navalhas
As vezes que tropecei.
Ela voltou pra revirar
Os sentimentos, e me fazer chorar.
E me lembrou que não tenho com quem desabafar.
Chegou pra contradizer o bom momento
E construir uma muralha de cimento
Pra separar os sentimentos.
O mal do bem.
Chorar sobrou pra quem?
Contagem regressiva
Sem saber a estimativa
Do tempo que vai durar.
Hora, dia, mês ou vida inteira.
Tapando o sol com peneira.
Já pensando em disfarçar,
Em camuflar as lagrimas.
Uma senhora milenar
Que vive (ou morre) a me seguir.
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