Pálida Morte, o que a precede?
Pálida Morte, o que a precede?
Profana e desleal, a morte é o aborto da vida.
Um caminho poeirento e sinistro, a estrada do além.
Entidade fantástica, jaze a mente insegura dos incautos.
Há olhos argutos sob o funesto capuz, olhos que tudo veem.
Seu sorriso no entanto, é sem vida, revela natureza vil.
O instrumento curvo de ceifar, aniquilador de almas, concerne o mais terrível pesadelo.
Sua fome é voraz, seu desejo; incalculável.
A vida é a afirmação veraz de um sinistro presságio, e a profecia da morte é mal agouro, um nefário acidente.
Ainda que bela e abastada de esplendor a vida têm seu propósito, está ligada a um desfecho ordinário, ou talvez, à súplica dolente.
Lançada ao desatino, ao labor insano, ela está em cada esquina, ubíquo, sem descanso.
O que a precede? O sopro da vida!
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