Muitas vezes sinto Saudades da vida do campo Desce pelos olhos/ em forma de pranto Leite ao pé da vaca/ pesca no anzol Horta no capricho/ cavalgada ao pôr-do-sol
Muitas vezes sinto
Saudades da vida do campo
Desce pelos olhos/ em forma de pranto
Leite ao pé da vaca/ pesca no anzol
Horta no capricho/ cavalgada ao pôr-do-sol
Banho de cachoeira
Canto de cigarra
Bota e chapéu
Café, pão de queijo/ Broa e mel
Moda de viola
Estrelas pintadas no céu
Toca o berrante seu moço
Pra galera agitar
Gente bonita chegando
A festa vai começar
Mensagens Relacionadas
Basta-nos a dança da vida Dançamos ao embalo das ondas
Basta-nos a dança da vida
Dançamos ao embalo das ondas,
sob a imensidão de um mar azul
de ternuras e gentilezas…
Oxigênio?
… Dispensável!
Respiramos poesia!
Desde então comecei a medir a vida não pelos anos
Desde então comecei a medir a vida não pelos anos, mas pelas décadas. A dos cinquenta havia sido decisiva porque tomei consciência de que quase todo mundo era mais moço que eu. A dos sessenta foi a ma…
#gravidez#gabrielgarciamarquez#poema
Amar sem ser amado É plantar e não colher É
Amar sem ser amado
É plantar e não colher
É chorar sem ter lágrimas
É ter vida e não viver.
A vida ajunta e espalha
A vida ajunta e espalha
Às vezes a gente ajunta e a vida vem e espalha tudo.
Às vezes, no jogo da vida, temos em nossas mãos as melhores cartas, mas não ganhamos.
Tem dias que não co…
PORQUE ESCREVO
PORQUE ESCREVO
Escrevo porque
As palavras são fragas
Sem versos, sem vida
Escrevo porque
As palavras são tempestade
Sem pátria, sem espírito
Escrevo porque
(…Continue Lendo…)
Soneto 2
Soneto 2
A voz dela cantava
O lamento de sua vida sofrida
Soerguida de impávidas situações
Cada dia tecendo um verso.
Versos tecidos em valores cotidianos
Histórias…