Me peguei observando as linhas no canto do olho do meu pai
Me peguei observando as linhas no canto do olho do meu pai.
Me fez parar pra pensar.
O tempo é pouco para uma vida que é muito.
Achava que correr me faria ganhar tempo, só perdi.
Hoje, estou entregue a ouvir a música do vento, ao beijo lento, ao abraço apertado, da leitura sem pressa, do sossego de desenhar.
Não virei hippie, sou avessa a rótulos.
Só me dei conta que deleitar na vida não vai me fazer escapar da morte, mas me faz ganhar sorrisos, momentos, recordações e futuro, essas coisas que dinheiro não compra, sabe?! Assim, eu ganho.
Tenho que construir patrimônio, "mas de que vale ganhar o mundo e perder a alma?" A calma? O sono? O tempo? O toque? O sonho? A saúde? A alegria?
De que vale uma vida de nada?
Daqui um tempo as linhas no rosto vão desenhar a saudade.
E eu me preocupo com a qualidade que essa saudade vai ter.
Me preocupo não com a forma que meu corpo vai tomar, mas que história ele vai ter pra contar de mim.
O velho está aí, a cada minuto que passa.
Não temo o tempo, temo o que é que ando fazendo dele.
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