Pastora de nadas no divã me deito… Meu maior defeito, eu enfeito e esqueço… O mundo bem sei nunca foi perfeito… E ser condenada, eu sequer mereço…
Pastora de nadas no divã me deito…
Meu maior defeito, eu enfeito e esqueço…
O mundo bem sei nunca foi perfeito…
E ser condenada, eu sequer mereço…
Por meu existir tenho muito apreço…
Como me deixar ser excomungada?
Diante da injúria nunca me arrefeço…
Sigo sempre em paz… Fujo à presepada!
Meu próprio juiz sempre me absolvo…
Para quê por peso ao que já perdido?
Ordeno o rebanho e esqueço o inquirido…
Problema que exista, bem logo resolvo.
Meu hoje e depois, eu mesma governo…
Então abro a porta e ganho o mundo, a rua…
De salto, me enlevo, quero ir pra lua…
Deixo à minha sombra, o meu rastro eterno…
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