Pouco conheço-te
Pouco conheço-te
Quando nas entranhas da vida tu vivias
Eu relaxado e calmo vivia a alegria
Alegria, essa de quem esperava firme
Quando brincavas abrindo os abraços dia-a-dia
Eu não me apercebia
Quando pela primeira vez deste o primeiro grito
Fazendo a alegria do dia
Eu não ti ouvia
Por que naquele instante sofria de alegria
Alegria, essa sem fim
E um sofrimento sem dor
Quando deste o segundo grito
Todos ouviram-te, mas eu não
Quando todos viram-te
Eu desconhecia-te, mas a esperança sempre crescia
Quando fazias os primeiros passos
E com um sorriso no rosto
O teu horizonte abria-se
E ai, vivia de encanto
O meu mundo ia alargando-se
O meu ser ia formando-se
E quando disseste: “PAPÁ, PAPAI, PAI”
Ui! Oh!
Eu em pensamento “SUS, ÚPA! ”
E ai firmava algo dentro de mim
Que dizia:
Pouco conheço-te.
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