Outrora, pelos bares da vida, sem rumo e sem saída, em taças espumantes, buscava um abrigo para meus pensamentos.
Outrora, pelos bares da vida,
sem rumo e sem saída, em taças espumantes,
buscava um abrigo para meus pensamentos.
Hoje, nesta rotina idêntica,
busco distração em séries de TV.
Não sei ainda o porquê,
mas vivo em excessos,
Sem nexo e querendo qualquer saída.
Às vezes, é bom ficar em casa;
Deitar sozinha em meus lençóis,
Sem dó de mim,
Sem piedade por viver somente sozinha.
Mas há de termos paciência para mandarmos embora,
bem para longe da nossa razão,
esta triste solidão.
É bom sair, andar pelas ruas,
porém, há de termos coerência
para não nos lançarmos nos braços de qualquer ser que apareça para embaraçar mais ainda esta nossa pobre servidão.
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