Ao meu inimigo
Ao meu inimigo
Eu não posso oferecer ao meu inimigo…
Outra coisa, a não ser o meu amor.
Que, em meu inconsolável espírito,
Carrega- lhe um outro esplendor.
Qual? perguntar- me- as por instinto…
E eu lhe responderei com fragor:
Que a violência é para os ímpios,
Um espetáculo.
É assustador…
Eu que tenho por sentimento genuíno,
A paz que sempre me salvou.
E na falta deste meu dom preferido:
A distração sempre me preservou…
Dos meus monstros tão íntimos
E famintos, cujo outro esplendor é a dor.
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Amor in finito.
Amor in finito.
Lembra aquele Amor,
de ontem,
Infinito?
Foi só ver um outro hoje,
que o de ontem,
finito foi-se!