Prosa Nietzscheana
Prosa Nietzscheana
"Quando venço a mania de ser, desnudo meu próprio eu exposto, diante da mais cristalina forma do espelho.
Réproba aos sinalizadores das ordenanças das palavras, ando na escuridão de quem apenas vê, mas nada enxerga.
Aprimoro-me na tentativa de cogitar merecimento, um perdão pródigo como anestésico para um "eu-epiléptico" que insiste em sair de mim nas noites em que a insônia persiste anti-corintiana e falsa redentora; madrugadas que a morte, em vida, panfleta avisos num córtex perturbado; nessas noites que me sinto um médico na quinta personalidade de um sociopata forjado, matando vez ou outra a voz da essência que adjetiva a alma de um subjetivo sujeito sem nenhum predicado como prognóstico.
Apenas o estopor de um agente ativo, o oculto que emerge à margem do que foi ocultado, o "não dito" que evapora a própria entrelinha e escapa aos dedos, o olhar fixo na catalepsia de uma análise vazia, por fim, a mudança de estado que altera a minuciosa identidade (…)"
Mensagens Relacionadas
escrevendo no livro da vida sou poesia e não
escrevendo no livro da vida
sou poesia e não prosa
sou verso e não estrofe
sou ponto e não acento
sou palavra e não frase
sou assim sem crase
sou eu sem gramática
(…Continue Lendo…)
A vida e seus diálogos …
A vida e seus diálogos…
Iludo-me pensando que sei
e assim sei o que ainda não cabe
preencho-me de algo que é nada
pois, é isso… nada sei…
Quando penso que sei
ali h…
ESCAPULIR
ESCAPULIR
Quando você, bater n'aquela porta,
para ir embora…
Não olhe para traz, não olhe porque:
Se olhar…
Irá perceber que meus olhos chora…
Siga o adeus da minha…
História
História…
Cada um tem a sua..
Verdadeira…falsa..suave..intensa..
Contada em verso e prosa…
Por vezes emociona..
Por vezes amedronta…
Por vezes consola..
Deixa…
Gotas de amor… Inibida,uma vez contida Sou prosa inacabada Suspensa pelo ar Com asas atadas sem poder voar
Gotas de amor…
Inibida,uma vez contida
Sou prosa inacabada
Suspensa pelo ar
Com asas atadas sem poder voar
Com minhas asas presas
Quero aterrar meus pés no chão
(…Continue Lendo…)
Primeiro Réquiem
Primeiro Réquiem
Só a loucura faz sentido
Só ela serve de abrigo
Deixe a sanidade em seu jazigo
E o bom senso perdido
Olhe meu amigo
Um mundo distorcido
Seja …