OESTRUS
OESTRUS
Naquele por do sol inusitado
enterrei os versos
e a prosa deixei de lado
No sangue que banhava as vísceras
a dor do estanque na hora da criação
Como o tato do cego homem
eis agora minha misera condição
Nada mais denota velha e hábil, inspiração
Nem a astúcia, um belo estratagema
porem em meu ser, outro serio dilema
De joelhos rogo aos deuses, iluminação
Arrebatam-me agora, esta ficando tarde
Húmile serva, curvo-me, a alma arde
Permitam-me verter somente, composição
Mensagens Relacionadas
UMA ROSA
UMA ROSA
Uma rosa é uma rosa
De uma beleza caprichosa
De um perfume em prosa
É comunhão, é jóia preciosa
Uma rosa faz sedução
Em ramalhete e ou botão
É fecho …
Detalhes [Sobre ela] As vezes ela era ventania
Detalhes [Sobre ela]
As vezes ela era ventania.
As vezes doce.
As vezes amarga.
As vezes prosa.
As vezes poesia.
As vezes sonho.
As vezes tormento.
As v…
Segunda Via
Segunda Via
Quero viver no sonhar
Pois lá você é minha
Onde toda fantasia obtinha
Sem medo de acabar
Realidade imaginada aclarar
Regada a doce molinha
Das lág…
Roda dos Grandes
Roda dos Grandes
Ah se Deus assim me permitisse
Juntaria todos para uma prosa à beira-mar
Chamaria o Buarque, Gonzaguinha, o Vinicius, dentre tantos, Jamelão não poderia faltar.
(…Continue Lendo…)
O AMOR VOCÊ E EU
O AMOR VOCÊ E EU
Lembro de você menina
Linda e toda prosa
A tagarelar.
Lembro que você dizia
Que comigo um dia
Iria se casar.
Lembro de nós dois juntinhos
(…Continue Lendo…)
Sóbria
Sóbria, sou prosa,
Embriagada sou poesia
A poesia e que alimenta meus dias de prosa, com ela brinco de faz de conta…
Finjo saber o que não sei
E também desconhecer o que já sei…