OESTRUS
OESTRUS
Naquele por do sol inusitado
enterrei os versos
e a prosa deixei de lado
No sangue que banhava as vísceras
a dor do estanque na hora da criação
Como o tato do cego homem
eis agora minha misera condição
Nada mais denota velha e hábil, inspiração
Nem a astúcia, um belo estratagema
porem em meu ser, outro serio dilema
De joelhos rogo aos deuses, iluminação
Arrebatam-me agora, esta ficando tarde
Húmile serva, curvo-me, a alma arde
Permitam-me verter somente, composição
Mensagens Relacionadas
Título: O cansaço das palavras
Título: O cansaço das palavras
Até onde uma poesia pode explicar nossos sentimentos,
Até onde um poema pode demonstrar nossos momentos,
Até onde uma prosa pode transparecer meus pens…
POESÍA,PROSA, POETA
POESÍA,PROSA, POETA
Para escrever poesia, é preciso ler poesia e saber onde se encontra a essência dessa forma de expressão.
A poesia é uma linha cercada de palavras por todos os lados.
(…Continue Lendo…)
CIRCUNSPEÇÃO
CIRCUNSPEÇÃO
Cuidado com a tua gola!
Que, em uma hora d'essas,
n'essas festas com arestas
nesse aperto, feito sem jeito
se fosse em mim,
apertado assim…
Ai d…
a prosa do observatório
a prosa do observatório
o poeta esquadrinha a natureza
em busca de indícios: eclipses
o grafismo das garças no lago
estrelas cadentes e outros sinais
da língua de deus.
(…Continue Lendo…)
SONHOS DE PAPEL
SONHOS DE PAPEL
Incrível o desafio que uma folha em branco nos proporciona!
O verso, a prosa, a poesia, o conto, o romance… Infindo sonhos de papel que nos leva a um universo de palavras.…
Moça
Moça,
sua sensualidade é feito o destino, incontrolável, acontece e ponto.
Daqui, vejo sua sensualidade,
nos lábios,
no olhar,
na adorável alça de sua blusa,
que de…