Ontem estava um sol de partir o cérebro
Ontem estava um sol
de partir o cérebro,
desassombradamente
tive tempo de brincar ardido
numa casca de noz
d’um tal decotado vento…
rompi-me encantado, descalço
no requinte desse ermo vento…
escrevi vento e ele fechou-me
os miraculosos olhos
fundando-me morníssimo delírio.
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Toco na harmonia do suspenso caminho sei-me lamento pasmo rolado em erupção paralisante.
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Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.
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