Visto-me na colónia do medo porque já nada sei
Visto-me na colónia do medo
porque já nada sei ser senão medo desmembrado
com a sensação presa de me aprofundar
num remoinho golpeante
p’los vidros em derramamentos que me tocam
até aluar escarpas em lágrimas mil…
Quando será que vou poder tactear
a infância para descalço brincar?
Tenho tantos medos
quanto medos!…
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Toco na harmonia do suspenso caminho
sei-me lamento pasmo rolado
em erupção paralisante.
Um passageiro muito só
que cai, desequilibra-se
no esquecimento indiferente.
(…Continue Lendo…)
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na lembrança
que tenho sempre
por abrir
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Eu mero marinheiro
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Não se vai com a maré que veleja
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