O hábito é que me faz suportar a vida
O hábito é que me faz suportar a vida.
Às vezes acordo com este grito: - A morte! A morte! - e debalde arredo o estúpido aguilhão.
Choro sobre mim mesmo como sobre um sepulcro vazio.
Oh! Como a vida pesa, como este único minuto com a morte pela eternidade pesa! Como a vida esplêndida é aborrecida e inútil! Não se passa nada, não se passa nada.
Todos os dias dizemos as mesmas palavras, cumprimentamos com o mesmo sorriso e fazemos as mesmas mesuras.
Petrificam-se os hábitos lentamente acumulados.
O tempo mói: mói a ambição e o fel e torna as figuras grotescas.
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