Liturgia poética
Liturgia poética
A paisagem do céu,
Se renova, a cada dia.
São as cores do chapéu
Da minha liturgia.
São as cores do meu véu,
Nas bodas da alegria.
É o sentido da poesia,
Na minha vida infiel.
E girava o mundo
Como um peão
Na palma da mão
Girava o mundo.
E o teu amor era o lampião
Que iluminava o nosso escuro.
Fazias barcos de papel
E cruzava os anéis de saturno.
Eu contava estrelas no céu.
Eu contava corações no mundo.
Sozinho, contava o brilho infiel…
Dos sentimentos solitários e mudos.
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