Aquele que morre e fica não dura nem perdura não

Aquele que morre e fica
não dura nem perdura
não perece nem permanece
não aquece nem arrefece
sente sem ser sentido
não é nem reconhecido
é um poeta esquecido
vive sem ter vivido
tristemente escondido
esperando ser atendido
não tem futuro nem passado
anda sem ir a nenhum lado
amando sem ser amado.

#poema#bruno#brunosousaportugal 207

Mensagens Relacionadas

De todas as escolhas possíveis és aquela de muitas

De todas as escolhas possíveis
és aquela de muitas sucessíveis
pois sou um homem caranguejo
e aguardo cheio de vontade
que comigo tenhas cumplicidade
e hoje espero por es…

(…Continue Lendo…)

#poema#bruno#brunosousaportugal

Bela que tu és em teus encantos ao som

Bela que tu és em teus encantos
ao som da tua voz dançam os anjos
é como uma melodia sem sentido
é como um soneto ao meu ouvido
e agora deixaste-me a pensar…
será que con…

(…Continue Lendo…)

#brunosousaportugal#poema#bruno

Na beleza do teu andar me fazes sentir a brilhar És

Na beleza
do teu andar
me fazes sentir
a brilhar
És o desejo
e quando te vejo
um beijo que sinto
e que não desminto
com a tua graça
que não se dis…

(…Continue Lendo…)

#brunosousaportugal#poema#bruno

Desejo-me em ti desde o momento em que te

Desejo-me em ti
desde o momento em que te vi
contemplando o abrir de teus braços…
observando o andar de teus passos…
admirando a frescura desse sorriso,
a expontaniedade …

(…Continue Lendo…)

#brunosousaportugal#poema#bruno

Sou um coelhinho fofinho Que vive numa caixinha Se abrires

Sou um coelhinho fofinho
Que vive numa caixinha
Se abrires este presente
Seras minha, certamente
Sou um homem largado
Que vive em algum lado
Se ficares comigo

(…Continue Lendo…)

#dedicatoria#brunosousaportugal#bruno#presentear#poema#livro

Ainda que chova e esteja a trovejar Sempre saberei

Ainda que chova e esteja a trovejar
Sempre saberei ao meu lar retornar
Lar doce como mel
Onde descanso e reparo com o remover deste véu
Eternamente apaixonado por minha mulher …

(…Continue Lendo…)

#brunoanketatonadler#bruno#gravidez#poema