Que os demónios infernais fluorescam no infinito nestas trevas abismais onde

Que os demónios infernais
fluorescam no infinito
nestas trevas abismais
onde jaz o descrito
no sangue que aqui escorre
nadando na negra morte
aprofundada essa sorte
das trevas que aqui moram
que ficam e assim demoram
vibrando no vil pecado
nas sombras aqui fechado
num frigido mar salgado
completamente isolado
abismalmente afogado
num sentimento gelado.

#poema#bruno#brunosousaportugal 229

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Resplandece o principe poeta
Magnanimo por entre as chamas
perdido nas asas da paixão
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entre as belas a mais bela
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Nos pomares do pensamento
renascem poemas eternos
qual emanamente sentindo
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fluorescendo preludios secretos
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