Logo ela
Logo ela, que cantava, encantava, tomava uns bons goles de cerveja, dava um sorriso sincero, fazia umas gracinhas e geralmente se despedia dizendo que hoje não, muito obrigada.
Logo ela, que sempre teve uma quedinha por aproveitar a vida, que é tão curta quanto a mais comprida de suas saias.
Logo ela, que sempre perdeu o celular, a carteira, o Bilhete Único, a hora e os campeonatos de cuspe à distância… É, parece que agora ela ganhou.
Dizem por aí que ela, valentona como é, ainda resiste a confessar que foi picada pelo mosquito da ternura – conta pra todo mundo que todas aquelas manchinhas avermelhadas foram obra dos borrachudos no último fim de semana de praia.
E que todas aquelas risadas são obra de mais livros de anedotas que ela vem lendo.
E que aquelas canções românticas cantaroladas meio que sem querer debaixo do chuveiro são mera casualidade.
Mas ainda bem que, por mais que a gente tente impedir, o sentimento, quando é bonito, sempre cresce.
E arranca as cascas, cicatriza as feridas, lava a alma.
Bota uma dúzia de sorrisos no rosto por minuto, 300 ême-éle de chope sem colarinho no copo de vidro por noite e apetite pra bater um PF no capricho por almoço.
Leva embora os nossos medos, as nossas mágoas, o batente da porta e o que mais estiver pela frente.
E traz de volta a coragem de se arriscar.
Porque sentir é para os fortes.
Só para os fortes.
E se acaso ela chegar perguntando como é que todo mundo ficou sabendo que ela está apaixonada, diz que foi o passarinho verde e aquela mania HORRÍVEL que ele tem de sair fazendo fofoca da vida de gente de bem.
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