A rapinha da garrafa
A rapinha da garrafa.
Dois dedos translúcidos
mergulhados em energéticas bolhas
douradas.
E já, já seguirei
o habitual caminho do prazer.
Os balcões dos bares costumeiros
aguardam pelo cuidadoso atracar
do meu cotovelo esquerdo.
Lá vou eu, já vou eu
colorir meus olhos marrons
com o brilho ensurdecedor da multidão
vazia.
Procurarei princesas pálidas,
ou cervejas gélidas,
ou a saciedade gordurosa
de um x bacon.
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Eu odeio que encostem o cotovelo, a bunda ou uma cerveja molhada em mim enquanto eu tento encontrar um espaço para dançar. Eu odeio que encostem em mim, odeio a pele de um desconhecido indesejado.
#cerveja#poesia#tatibernardi
Domingo
Domingo
Hoje te desejo
Cerveja, churrasco e futebol.
Novela só amanhã
Hoje desejo um dia de festa pra vc
De felicidade e alegria
E que isso possa ser todo dia…
Eu me desafiava Toda vez que comprava um fardo De
Eu me desafiava
Toda vez que comprava um fardo
De cervejas
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Até chegar em casa
E no fim, sempre era eu
Compe…
O copo vazio
O copo vazio, sem alma
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Saúde!
Toma seu copo
Toma seu copo
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E quando tô ébrio vem pra cima e se incita…