Que vire pó- Poema escrito sob considerações da música MINHA MORTE de RAUL SEIXAS
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Que vire pó e o vento leve
Toda mágoa, toda tristeza, toda dor
Que vire cinzas no cinzeiro
E o vento leve
Toda doença, toda fonte de morte
O câncer instalado na alma
Que vire poeira
E o vento leve
Toda mentira que nos cega
Toda gente que nos odeia
O mau olhado alheio
E que o pó levado
Alimente o vício de algum homem
Que como eu já experimentei do mais puro
Que as cinzas sejam queimadas
Depois de roubar a vida
Do homem que não conseguiu apagar o cigarro no cinzeiro
E toda essa poeira
Seja levada ao fundo do mar
Para guardar em segredo os altos e baixos
Que a vida nos dá.
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#poesias#poema#raul#gravidez#raulbrandao
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"Ninguem tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender."
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"Antes de ler o livro que o guru lhe deu, você tem que escrever o seu."
Homenagem a Raulzito .
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Sou fã do Raul desde O Dia em que a Terra parou e sou uma Metamorfose Ambulante desde quando Eu nasci a Dez mil anos atrás .
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