AUTO DE SAGRAÇÃO
AUTO DE SAGRAÇÃO
A liberdade é um céu de espinhos
em nuvens áridas
Secas
Secas
E esparsas.
A liberdade é um nó no linho
E na navalha, o punho…
Pálida,
Escorro sangue
Na grinalda.
A liberdade é o preço ganho
Do sem destino
Um terço a menos
Do que exprimo
Um dedo a menos
Em cada palma.
Ali a verdade é um peso
no estômago
do meu filho,
Todo verso meu
É um antigo delírio
Esquecido na fome do mendigo
Alimentado na mais soberana
Das faltas.
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