O Bom Crioulo, de Adolfo Caminha
“O Bom Crioulo”, apesar de apresentar várias problemáticas racistas (incluindo o próprio nome), é bastante pioneiro para a sua época.
Foi lançado em 1895, apenas 7 anos após a assinatura da Lei Áurea, trazendo a narrativa homossexual e inter-racial – inclusive, críticos acreditam que foi o primeiro romance a trabalhar tão explicitamente a homossexualidade em toda América Latina.
Conta a história de um ex-escravo foragido, Amaro, que se torna marinheiro e se apaixona por um grumete branco, chamado Aleixo.
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