10. Machado de Assis e amor à barba
O escritor brasileiro mais respeitado de todos os tempos, Machado de Assis, não abria mão da sua notável barba.
Ele também não se furtava a escrever sobre o imaginário que cerca os pelos.
No romance Esaú e Jacó, penúltimo publicado, você encontra esta passagem:
“– Nasci no dia em que Pedro I caiu do trono.
Natividade repreendeu a Paulo a sua resposta subversiva.
Paulo explicou-se, Pedro contestou a explicação e deu outra, e a sala viraria clube se a mãe não os acomodasse por esta maneira:
– Isto hão de ser grupos de colégio; vocês não estão em idade de falar em política.
Quando tiverem barbas.”
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