Beijou, chorou, sorriu.
Conheceu lugares, pessoas, músicas, gostos novos (tanto doces como amargos).
Brincou, correu, ganhou, gritou, abraçou, telefonou, beijou e sorriu.
Se escondeu, se calou, se guardou, se perdeu e chorou.
São 365 dias, imagina quantas coisas não podemos ganhar e perder durante um ano inteiro? E foi isso que ela fez.
Quando perdemos objetos, mesmo não os encontrando mais, podemos comprar outros e talvez substitui-los.
Mas quando perdemos pessoas, não tem como substituir, não dá para recuperar.
E junto com a vida que se foi, foram as esperanças, os sorrisos, as brincadeiras, os bons fluídos.
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