Eu te odeio quando sorri pra outro, quando seus olhos ao se dispersarem por outro alguém, quando me esquece e não liga, quando me olha e num segundo me reconquista.
Ás vezes te odeio por mais de um segundo, depois te amo mais.
Se julgarmos o amor pela maior parte dos seus efeitos, ele assemelha-se mais ao ódio do que à amizade.
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Ás vezes eu te odeio tanto que minha vontade é sair correndo por aí, fugir até sua casa e te implorar pra ficar comigo.
Muitas vezes o amor põe freio nos obstinados e vence o ódio.
Que farás com o ódio, quando com o amor és tão cruel?
Não existe ódio implacável a não ser no amor.