Não há nenhum carro passando, até eu decidir atravessar a rua.
O cúmulo do azar é ser atropelado por um carro da funerária.
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Tão azarado que se comprar um circo o anão cresce.
Sou tão azarado, que o dia que chover sorvete, cai o carrinho na minha cabeça.
Por onde andam aqueles pedidos que a gente fez quando assoprou a velinha no aniversário, e que nunca se realizaram?
O homem tem mil planos para si mesmo. O azar, apenas um para cada um.
O azarado não tem outra medicina que não a esperança.