O cúmulo do azar é ser atropelado por um carro da funerária.
A sorte de quem trabalha é diretamente proporcional ao azar do preguiçoso.
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O azar apenas favorece a quem sabe cortejá-lo.
O azar não existe. Deus não joga dados.
Quando a prudência se faz presente, o motivo para se usar a palavra azar resume-se ao nada, de onde ela deveria permanecer.
Se bater na madeira afasta o azar então to precisando desmatar a Amazônia na base da porrada.
Azar é uma palavra fria de sentido, nada pode existir sem causa.