Só é sábio o homem que se mantém senhor de si mesmo.
As alegrias que brotam dos sentidos são fontes certas de aflição.
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Os homens decaem ou engrandecem-se pelos seus próprios atos.
Quem executa, diligente, contente, o trabalho que lhe foi atribuído, qualquer que seja, encaminha-se para a perfeição.
A barca passa, mas o rio fica.
Os sábios não choram pelos vivos nem pelos mortos.
A mente jungida aos sentidos vê romper-se o seu leme da sabedoria, tal qual uma nau na tormenta deriva para o naufrágio e morte.