A morte, que há-de vir para todos, chegará nobremente se dermos as nossas posses e a nossa vida para ajudar os homens a viverem.
A força é de quem está com a razão; o irrefletido é um fraco.
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A humanidade erra por ter a sua consciência submersa na ignorância.
Os homens decaem ou engrandecem-se pelos seus próprios atos.
A ação segue o pensamento como a roda do carro segue o casco do boi.
A mente jungida aos sentidos vê romper-se o seu leme da sabedoria, tal qual uma nau na tormenta deriva para o naufrágio e morte.
Os sábios não choram pelos vivos nem pelos mortos.