A mente jungida aos sentidos vê romper-se o seu leme da sabedoria, tal qual uma nau na tormenta deriva para o naufrágio e morte.
Os homens decaem ou engrandecem-se pelos seus próprios atos.
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A barca passa, mas o rio fica.
A ação segue o pensamento como a roda do carro segue o casco do boi.
Aquele que, com corpo robusto ao serviço da mente, dedica os seus poderes mortais ao trabalho honesto, sem buscar lucros, esse é um homem respeitável.
Que cada um desempenhe a sua parte em tudo que encontre para fazer, porém sem escravizar a alma.
A ação perfeita é o fruto da meditação perfeita.