É coisa do destino ou não
Você interrompe os meus pensamentos tortos e segura a minha mão.
Eu te encaro com os olhos grandes.
Você cola seu peito estreito ao meu peito largo.
Tudo o que penso é no seu toque contra a minha epiderme coberta.
Eu e você deslizamos no salão como se fôssemos para ser – como se algo, não sei se o destino ou alguma entidade comovida, tivesse decidido que aquilo era certo e natural.
Que deveria acontecer.
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