Patrimônios Familiares
Os sobrenomes foram incorporados primeiro na Península Ibérica e depois, por influência napoleônica, fora dela.
No mundo ibérico, já no século XIV, havia judeus que se identificavam com prenome bíblico e um sobrenome de variadas origens geográficas: Abravanel, Amado, Arruda, Cavaleiro, Cohen, Crespim, Franco, Navarro, Negro, Pinto, Toledano, Valentim, que, com o passar dos anos, foram incorporados aos patrimônios familiares.
Mensagens Relacionadas
Popularizando
O estabelecimento de vários povos estrangeiros introduziu uma grande variedade de nomes e palavras que foram sendo passadas para povos estrangeiro que não possuíam a tradição dos sobrenomes.
#sobrenomes#historiaIdentificação em Roma
Pela história desse povo, julga-se que este sistema tenha surgidos em épocas remotas e que já fosse de uso comum logo após o início da expansão do poderio de Roma. Os romanos possuíam um sistema pelo …
#historia#sobrenomesNegros
Negros africanos, que vieram para o Brasil como escravos, e dos quais tantos de nós descendemos, foram obrigados a deixar para trás seu passado, seu nome e a identificação de sua origem tribal. Aqui f…
#sobrenomes#historiaSilva
Também o leigo “da Silva” (silva em latim, é selva, o que significa que a pessoa assim denominada tinha origem imprecisa, não se sabia ao certo de que cidade ou região ela procedia) foi fartamente atr…
#historia#sobrenomesDerivados
Também por derivação foi possível formar sobrenomes. Fernandes, por exemplo, seria, na origem, o filho de Fernando; assim como Rodrigues, o filho de Rodrigo; Álvares, o de Álvaro.
#historia#sobrenomesAceitação
Na Inglaterra, por exemplo, só passaram a ser usados depois de sua conquista pelos normandos, no ano de 1066. Foi só no início do renascimento que os cognomes voltaram a ter aceitação geral.
#historia#sobrenomes