Amor da alma
Contudo, o amor ao desamparado, o amor ao pobre e ao estranho é o começo do amor fraterno.
Amar a própria carne e o sangue de alguém não é a completa realização.
O animal ama suas crias e cuida delas.
O desamparado ama seu protetor, pois sua vida depende dele.
O filho ama os pais, pois precisa deles.
Só no amor aos que não servem a uma finalidade é que começa a ser despertado o verdadeiro amor da alma.