Amores por conveniência
Tenho saudades dos amores que não obedeciam regras, que pulavam janelas altas em vez de entrar pela porta na frente com a gravata bem posicionada e os sapatos engraxados.
De quando as pessoas se deixavam controlar pelos sentimentos em vez de querer controlá-los.
Me pergunto, lamentando, o que vai ser da poesia, da filosofia de mesa de bar, e das serenatas de amor cafonas quando todo mundo aprender a amar por conveniência, como tanto se tem tentado.
Como vão terminar essas paixões de cabaré, quando todos os homens quiserem uma mulher meiguinha, bonitinha, respeitável e tão no diminutivo? O que será dos nossos adoráveis cafajestes, que se aposentam sem pestanejar quando encontram uma mulher que lhes acelera o coração, seja ela conveniente ou não?
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