Somos autores da nossa própria afetividade.
Tudo aquilo em que ponho afeto fica mais rico e me devora!
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É terrível viver contando moedinhas de afeto.
No afeto, também é preciso ser inteligente.
Carinho a gente abraça. Afeto a gente veste.
A vontade de superar um afeto não é, em última análise, senão a vontade de um outro ou de vários outros afeitos.
Que o teu afeto me afetou é fato.