A memória é uma vasta ferida.
Está provado, quem espera nunca alcança.
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Sei que ela pode ser mil, mas não existe outra igual.
E desde então, eu canto a dor que eu não soube chorar.
Minhas dores eram crônicas, eu já previa onde e quando iam doer.
No palco, na praça, no circo, num banco de jardim, correndo no escuro, pichado no muro… Você vai saber de mim.
Eu canto a dor que eu não soube chorar.