Quis bancar o sensitivo pra cima de mim? Logo eu, o pisciano.
Tentou me derrubar? Logo eu, Nazaré Tedesco.
Quer mentir pra mim? Logo eu, grávida de Taubaté.
Quis dizer que eu estava errada? Logo eu, a dona da razão.
Quis me colocar pra baixo? Logo eu, que desço até o chão.
Logo eu, decidida a não acreditar em mais ninguém, fui abrir exceção a você, quem mais me traiu.
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Quis que eu esquecesse os vacilos? Logo eu, canceriano.