Me atiro em vôo livre por ares desconhecidos. Vôo medroso… ares assustadores.
Me atiro em vôo livre
por ares desconhecidos.
Vôo medroso…
ares assustadores.
Plaino sobre o que gosto
com minhas asas bem abertas
Eu gosto de voar.
Gosto de …
Vagueio na trilha da saudade como a ave em busca de gravetos na construção do ninho.
Vagueio na trilha da saudade
como a ave em busca de gravetos
na construção do ninho.
Me reparto em medos,
certezas, incertezas
e segredos.
Barro fino de olaria
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Obstáculos
Sou cachoeira que verte lágrimas, quando a maldade coloca pedras no meu caminho.
#alessandrahorta#maldade
Quanto amor pode caber num coração quase sem razão?
Quanto amor pode caber
num coração
quase sem razão?
Amor sublime
que se exprime
em gestos,
palavras
e poemas.
Como o tempo come o tempo que passa tão rápido e não chega nunca.
Como o tempo
come o tempo
que passa
tão rápido
e não chega
nunca.
Deliro no vento
desse tempo
que corta,
sangra,
arde
e não sara
…
As asas que devolvi estavam fracas e meu amor não voou. Adormeceu em febre de anjo.
As asas que devolvi
estavam fracas
e meu amor não voou.
Adormeceu
em febre de anjo.
Adormeceu franzino
como a água da cachoeira
em época de seca.
Quanta vaidade sonhar, em apenas um mergulho, lançar a âncora dos sentimentos. Estacionar um momento vadio, sombrio.
Quanta vaidade
sonhar,
em apenas um mergulho,
lançar
a âncora
dos sentimentos.
Estacionar um momento
vadio, sombrio.
Sou peste!
Peste celeste,
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Que julgassem meu amor
Que julgassem meu amor, meu sonho, e minha alegria,
mas não cortassem a felicidade com a lâmina afiada da mentira.
Porque em meus passos cambaleantes ainda sou verdade.
Assola a melancolia inexplicável
Assola a melancolia inexplicável.
Solidão, saudades, medo.
Mente e coração fervilham,
se embaralham e se confundem
num emaranhado,
num nó de marinheiro.
Mudinhas de beijos
O sentimento brota como pequenas mudinhas de beijos espalhados pelos canteiros do meu corpo…
#alessandrahorta#afagos#beijosMudinhas de beijos
O sentimento brota como pequenas mudinhas de beijos espalhados pelos canteiros do meu corpo.
#alessandrahorta#beijoA linha é tênue, como eu.
A linha é tênue, como eu.
Os afagos não são gratos,
nem os amassos
apertados.
Ando em pedaços
descalços
no asfalto.
Escalo montanhas,
arrasto trilhos,
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A chuva que eu pedi
A chuva que eu pedi, veio.
Encharcou a terra, alagou o chão.
Afogou a alegria em pequenas
doses de frio e olhares fechados.
A seca não foi suficiente.
No compasso mereço o abraço!
No compasso
mereço
o abraço!
Devolvo
e me revolvo
no teu passo
maluco
absurdo.