Tem dias que acordo atacada por uma veia
Tem dias que acordo atacada por uma veia poética onde sou capaz de escrever mil poemas de amor ao me sentir perdidamente apaixonada pelo indivisível…algo hipotético que acho que foi vivido em outras e…
#celinavasques#poemas#amorSe eu te perder…
Se eu te perder…
Se eu te perder…
Leva contigo meu coração
Dos momentos felizes
não deixarás nada…
Minha sombra te seguirá em tua jornada
Estarás levando apenas
(…Continue Lendo…)
Cansei de esperar-te…
Cansei de esperar-te…
Não quero mais inverno e de sentir frio…
O vento dói em meus ossos…
Não quero mais esse enorme e insurgente sentir
Do amor nada mais quero…
Sei que …
E te amo…
E te amo…
E estarei sempre contigo…
És tu a minha saudade ausente…
Tu és meu anjo… Um ser puro…
Muito amado…
O dono de meus dias… E te escuto
na ternura dos versos …
Sussurro do tempo…
Sussurro do tempo…
No giro completo de um luar
Voa este espírito ardendo de paixão…
Ergue anseios nos montes do tempo
Como ama este coração… Não se cansa de amar!
Invent…
Tens medo do amor…
Tens medo do amor…
Mas ele existe quanto maior mais profundo
Pelo mar onde reflete o azul do céu
No nascer e do por do sol
O sorver da terra… E as flores de todas as cores…
(…Continue Lendo…)
Letárgico…
Letárgico…
Eu me chamo solidão e tu te chamas saudade…
Escuto os passos do tempo…
E neste letárgico é a minha sina de poeta…
Nesta ansiedade rejeitada
levo comigo a tempe…
IMORTAL…
IMORTAL…
Aqui estou olhando o crepúsculo
E penso neste céu…
E bebo o mar… E penso em voar…
Com os olhos cativos a fantasia…
Esperando por ti nestes intermináveis dias…
(…Continue Lendo…)
Eu te digo Adeus!
Eu te digo Adeus!
Com os olhos marejados na despedida…
Com a alma carregada de lembranças…
Mas levarei na memória.. Momentos em que eu te amei!
O tempo parou porque eu te ama…
Palavras…ao vento!
Palavras…ao vento!
As palavras voam ao vento…
E vão se tornando versos… Cores…
Loucos amores… Encontros e desencontros…
Minutando partituras… Em desenhos de sorrir…
sem …
Ah como é um engano esta vida
Ah como é um engano esta vida…
Como é amargo solver a ingratidão…
Esmago este dia…E outros também…
No meu silêncio guardo a dor do teu desamor…
De quem nunca deixará de te amar…
[…]…Corri em lindos dias por entre as arvores da minha vida…
Ouvia o marulhar do mar, até quando dormia…
deixei na areia as minhas pegadas… Sempre…
Nesses dias o meu júbilo era incon…
Pura comunhão…
Pura comunhão…
Visto-me com teu olhar…
Desta paixão que em mim inflamou…
Este olhar capaz de amar-me
Cativar-me… E que me acalora…
Que me amargura… Quando passas da hora……
Procurei a saudade…
Procurei a saudade…
O meu amor procurou a saudade que se escondeu…
Busquei passagens,
trilhas abandonadas… Encontrei
No fundo do baú desta paixão que já morreu…
fui lá…nã…
Pobre poeta…
Pobre poeta…
Ai de ti pobre poeta…
Qual um arlequim chora pelas ruas de
muitos carnavais a solidão da alma…
Ouve-se uma musica ao fundo de suas
interpretações espetaculos…