Medicina?
Medicina?
Base em evidências.
E amontoa-se tudo?
A base é O paciente…
Maçã Verde? Ou Velha?
Maçã Verde? Ou Velha?
Mundo maduro?
E alguns pedaços
Já apodrecendo?
Teimoso…
Teimoso…
Folhas dobrando.
E eu, temeroso
De virar páginas.
Etéreo.
Etéreo.
Bens materiais.
Castelos de areia.
Só as ondas, eternas.
Iluminação?…
Iluminação?…
Cedo ou tarde.
Ocorre, inevitável.
A ficha cai…
Morte… Deus!
E, deveras, vemos
O valor da vida!
Mãe de Deus?
Mãe de Deus?
Galáxia.
Via-láctea.
Quero mamar…
Sem Fé…
Sem Fé…
E inventamos curas.
Das curas, novas doenças.
Restaram as crenças…
Eterno? Não é Terno.
Eterno? Não é Terno.
Deus?
É tudo mentira?
Se for, ao menos mente…
Humilde, Não Humilha!
Humilde, Não Humilha!
Mija e caga.
E após a cagada,
Uma mijada?
Nação? Sem Noção…
Nação? Sem Noção…
Naturalidade?
Nacionalidade?
Sou da terra!
Eriça…
Eriça…
Seios, em chamas…
Aproximo os meus lábios.
E, irônica, sussurra: "mamas"…
O "Meu" É Melhor?
O "Meu" É Melhor?
São tantos nomes
E apenas um Deus.
E nós, só homens…