SONETO DO CORAÇÃO
SONETO DO CORAÇÃO
Ah, coração de sentimento involuntário
Pulsa avido quando quer e, bate forte
Se otário, apenas ingênuo num importe
És continuamente um aprendiz estagiário
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O amor é matemática: soma felicidade, divide a dor, eleva ao quadrado a solidariedade, subtrai o desamor, multiplica a amizade e manda flor…
O amor é matemática: soma felicidade, divide a dor, eleva ao quadrado a solidariedade, subtrai o desamor, multiplica a amizade e manda flor…
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
SONETO DUM AMOR
SONETO DUM AMOR
Na cata dum amor, sincero
Nos rogos sempre andei
De vários, muitos esbarrei
E no acontece, eu espero
Se para além do ficar, olhei
No tempo eu não de…
SONETO INDIGNADO
SONETO INDIGNADO
Estes do profundo da indignação
Escritos com o verso suado
Saem dos gemidos do coração
Em tosco lamento articulado
A quem, senão a ti, oh emoção
Ob…
O cerrado é um gole d'água na secura Amargo
O cerrado é um gole d'água na secura
Amargo, após saciado, vê-se o cerrado
Em sua candura árida, em sua ventura
Melancolicamente torto e cascalhado
Horizonte do por do sol que …
De tanto poetar poeta Sem poesia não poetaria Poetando me
De tanto poetar poeta
Sem poesia não poetaria
Poetando me vi profeta
Com a alma cheia de magia
Felicidade questão de sorte no fado, com uma pitada de aptidão
Felicidade questão de sorte no fado, com uma pitada de aptidão
Maio, 2016
Cerrado goiano
Nos faz falta frações de momentos vividos
Nos faz falta frações de momentos vividos, olhares no tempo perdidos, de nossas vidas. Vividas em amizades que nos dão saudades… Tão rápidos nesta curta eternidade… Tudo é pó, e poeira a vaidade.
#vividos#momentosAVE DOLOROSA
AVE DOLOROSA
Ave no peito num letargo
Que arde sem um fulgor
Postulo por rever o amor
Perdido no olhar amargo
O fado, ave negra de dor
Ajoelhada num embargo
O…
Não acho nem a ponta do durex. Quiçá o fio da meada da vida… Sempre escrevendo um novo índex.
Não acho nem a ponta do durex.
Quiçá o fio da meada da vida…
Sempre escrevendo um novo índex.
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Soneto da noite
Soneto da noite
Abeiro do barranco do anoitecer
O breu do eclipse me escurece
A vida lá fora na vozear emudece
A inação abre o sossego no viver
Me recolho no dia poente e…