e nesta ciranda de querer e opor num coração sulcado se tem a saudade de amor
e nesta ciranda de querer e opor
num coração sulcado
se tem a saudade de amor
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Bloco da saudade
Bloco da saudade
Lá vai o tempo, lá vai
Na mão confete e serpentina
Junto a nostalgia com ele sai
Vão os pierrôs e colombianas
De mãos dadas pela cidade
É bloco, va…
Curso
Curso
Amanhece a manhã
Numa alvorada de prece
O ontem uma escrivã
Da noite que encanece
Num novo amanhã
Que nasce e anoitece
31 de outubro, DIA DO POETA VIRTUAL… e nascimento do poeta maior Carlos Drummond de Andrade. Saudações!
31 de outubro,
DIA DO POETA VIRTUAL…
e nascimento do poeta maior Carlos Drummond de Andrade.
Saudações!
O VERBO POETA (soneto)
Sem metáforas, conjuga-se, o amor
Na…
Na noite solitário já chorei Naquela música emocionei
Na noite solitário já chorei
Naquela música emocionei
Na solidão eu já fui peão
Da dor eu fui escravidão
Tentei no vasto e no pouco
Odiei um momento ou outro
Já fui…
Ilusão (soneto)
Ilusão (soneto)
No beiral do cerrado a vida que passa
tal passada larga e velocidade feroz
num galope de ilusão faz-se algoz
da mocidade se tonando fácil caça
O tempo tra…
Eu sou um ponto na reticência Da vida
Eu sou um ponto na reticência
Da vida. Interrogação na solidão
Exclamação na existência
E ponto final na desilusão.
Separe algum tempo para ser útil a alguém.
Separe algum tempo para
ser útil a alguém.
A vida é via de duas mãos,
vai e vem…
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
SONETO BREVE
SONETO BREVE
Curto é o caminho que termina a vida
E nele: por do sol, luares, risos e dores
Pra no final mancheia de terra e flores
E se deixar saudade lágrima na partida
…
UMA ROSA
UMA ROSA
Uma rosa é uma rosa
De uma beleza caprichosa
De um perfume em prosa
É comunhão, é jóia preciosa
Uma rosa faz sedução
Em ramalhete e ou botão
É fecho …
Vem a tarde
Vem a tarde, chega à noite valsando em melancolia
Onde o vento entre as secas folhas no tardar rodopia
E o tempo e saudades no peito se fazem em sinfonia
Pra haver outra tarde, outra…
SONETO SILENTE
SONETO SILENTE
Dia nublado no cerrado com ventania
Nostalgia nos olhos alumia o nebuloso
Tal como folha seca me sinto fragoso
Na brisa árida dum céu de monotonia
Range o …