Mensagens e Frases com a tag: #pabloneruda
Pesquisar MensagensSó um louco pode desejar guerras
Só um louco pode desejar guerras. A guera destrói a própria lógica da existência humana.
#pabloneruda#guerra
Sofre mais o que espera sempre que aquele
Sofre mais o que espera sempre que aquele que nunca esperou ninguém?
#pabloneruda#poeticasA poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem
A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem.
#poesia#pablonerudaAmo
Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dois modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.
Eu te amo para começar a amar-te,
pa…
Vale muito ter lutado e cantado
Vale muito ter lutado e cantado, vale muito ter vivido se o amor me acompanha.
#pabloneruda#pablo#nerudaDeixe que a vida faça contigo o que
Deixe que a vida faça contigo o que a primavera faz com as flores.
#primavera#pabloneruda
Para o meu coração basta o teu peito
Para o meu coração basta o teu peito,
para a tua liberdade as minhas asas.
Da minha boca chegará até ao céu
o que dormia sobre a tua alma…"
O humilde e o tímido costumam seguir caminhos seguros
O humilde e o tímido costumam seguir caminhos seguros; a coragem segue caminhos elevados.
#pabloneruda#timidez
Se sou amado
Se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor.
#escritores#pablo#amorosa#curtas#decepcao#amor#indiretas#neruda#amada#famosos
Em teu abraço eu abraço o que existe a areia
Em teu abraço eu abraço o que existe
a areia, o tempo, a árvore da chuva
E tudo vive para que eu viva:
sem ir tão longe posso vê-lo todo:
veio em tua vida todo o vivente.
Saberás que não te amo e que te amo posto que de dois modos é a vida, a palavra é uma asa do silêncio, o fogo tem uma metade de frio.
Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dois modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.
Eu te amo para começar a amar-te,
pa…
Quem saiu a viver por mim quando eu dormia ou enfermava
Quem saiu a viver por mim
quando eu dormia ou enfermava?
Soneto XXII
Soneto XXII
Quantas vezes, amor, te amei sem ver-te e talvez
sem lembrança,
sem reconhecer teu olhar, sem fitar-te, centaura,
em regiões contrárias, num meio-dia queimante:
(…Continue Lendo…)