A Vinicius de Moraes
A Vinicius de Moraes
Foi o sopro de renovo
Na alma dos meus ais…
Quando li os versos soltos
De Vinicius de Moraes.
Que o meu coração morto
Salpicou pelo fragor
Do calor vivo do sopro
Na minha alma incolor.
Que, outrora, brasa de dor
Viva, resplandecente
Emergia do vapor mormente
Um aspecto de labor.
E hoje, o meu coração sente
O mais perfeito amor.
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