Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
O que confesso não tem importância, pois nada tem importância.
Faço paisagens com o que sinto.
Faço férias das sensações.
Compreendo bem as bordadoras por mágoa e as que fazem meia porque há vida.
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"Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?".
(Poema em linha reta)
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Toda a poesia - e a canção é uma poesia ajudada - reflete o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre. [adaptado]
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Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
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Não há pior que a arte dos que morrem, a não ser o pensamento dos que não existem.
#fernando#pessoa#fernandopessoa